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O Turismo na 
Grande América Verde
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Sinergismos:
ecoturismo  economia  preservação ambiental 
 
- incrementar atratividades turísticas
- e servir de exemplo a outras regiões do mundo
 
 
 
Alguns números do turismo internacional
 
- mais de 300.000.000 de turistas por ano
saem de seu país de origem para conhecer outros,
gerando uma receita superior a US$ 100 bilhões aos países que os recebem;
 
- o Brasil, apesar de não saber vender bem seus produtos turísticos,
recebendo na média dos últimos anos, menos de 1% do total mundial,
tem o produto turístico entre seus maiores produtos de exportação (7% do total),
semelhante ao café e ao farelo de soja.
 
A América do Sul, com toda sua opulência em ecossistemas e biodiversidade,
pode ter no turismo uma importante alavanca e sustentáculo
para a conservação de seus ambientes naturais e riqueza de seu povo.
 
Lembremo-nos:
===>  floresta: a maior do mundo (a Amazônica);  
===>  peixes: os maiores e mais esportivos de água doce (surubim, jaú, dourado, tucunaré, pacu, etc.);  
===>  rios: os mais piscosos (bacia do Rio Paraguai); belos (em Bonito – MS – Brasil) e o mais caudaloso do mundo (Rio Amazonas);  
===>  catarata: a mais bela do mundo (do Iguaçu, entre Brasil e Argentina);  
===>  o maior pantanal (entre Brasil, Bolívia e Paraguai);  
===>  os países mais ricos em aves (Colômbia: mais de 1.800 espécies, Brasil: mais de 1.600 espécies);
 
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Um Inestimável Patrimônio do Brasil
 
O maior patrimônio turístico do Brasil,
aquilo que nenhum outro país tem tão belo ou curioso,
não é a sua história política, mas sim sua história natural.
 
A história natural do Brasil tem grande destaque no âmbito mundial,
não apenas pelo que resta de sua riqueza em biodiversidade,
mas pela presença, ainda,
de grandes extensões de terras com cobertura vegetal nativa e natural
(original, não plantada, portanto perfeitamente equilibrada em evolução multimilenar).
Coisa que só o tempo pode fazer.
 
  Ao longo da história, a maior motivação para o homem viajar, foi a necessidade e/ou
curiosidade de conhecer e conquistar outros ambientes, outras riquezas.
   O Homem atual, além de motivos econômicos,
viaja cada vez mais por motivos culturais e de lazer.
 
Nunca o Homem viajou tanto como em tempos atuais.
Concorrem para isto a evolução dos meios de transporte, o aumento da renda per capita,
o aumento do tempo livre, melhor acesso a informação, espírito globalizado,
estresse crescente das grandes cidades, etc.
 
Quando uma pessoa viaja para fora de sua região,
ela tem oportunidade de conhecer maiores detalhes da história, costumes dos povos
(geralmente quanto mais diferença, maior interesse e fascínio),
provar novos sabores gastronômicos, praticar outros esportes, etc.
 
Os grandes viajantes, porém, do alto de sua experiência, ensinam que:
para um melhor aproveitamento de uma viagem,
deve-se conhecer antes o máximo da cultura,
história natural e humana, política, geografia, etc.
do local, região ou país, a ser visitado.
 
A Europa (o grande continente emissor de turistas internacionais,
tem hoje dinheiro, cultura e tempo para viajar e saber apreciar a viagem)
passou a cuidar de seus rios melhorando suas condições,
mas estes ainda permanecem distantes das suas condições originais,
e talvez não possam mais a ela retornar pela extinção de espécies.
 
  Suas florestas estão tão precárias e transformadas,
que tornou-se difícil recompô-las às condições originais.
 
  Na velha Europa, a milenar ação da civilização deixou marcas profundas
 pela transformação do ambiente natural, irreversíveis em grande parte.
Lá hoje, em muitos locais,
se tem dificuldade até mesmo para imaginar como eram as florestas,
os campos, os lagos e rios, animais, águas, etc.
 
 Para conhecer ambientes legitimamente naturais,
os europeus procuram países que ainda apresentam áreas
pouco ou nada alteradas pelo homem.
Com este perfil, figura em grande destaque o Brasil.
 
A fatia dos turistas internacionais que aportam por aqui é tão magra,
basicamente por não sabermos ainda vender nossas maravilhas naturais,
preservar nosso ambiente urbano e agropecuário, e
por não sabermos hospedar com a qualidade e segurança de nível internacional
a que eles estão acostumados.
 
Estamos ainda com o espírito da época do descobrimento,
vendendo árvores ao abate, os "paus-brasis" de hoje,
e absurda e primitivamente pondo fogo no restante (amazônia),
para abrir espaço à agropecuária de país terceiro-mundista,
quando poderíamos "cobrar ingresso" e hospedagem ao show de vida de
um país naturalmente maravilhoso.
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 Incrementar atratividades turísticas
 
"Quem quer ver zebra vai à África"
 
No ambiente natural da zebra, pode-se compreender porque ela é listrada,
vive em grupos, mantém sentinelas, tem voz forte, corre em ajuntamentos,
amamenta em pé, tem seu cheiro típico, vive e age como zebra, etc.
Lá está o ambiente da zebra.  Lá ela mostra seu potencial como indivíduo,
enfim, se mostra como zebra.
Lá e só lá, nas regiões de sua ocorrência natural,
é que ela realmente mostra-se bela e tudo em si faz sentido.
 
Quem quer conhecer realmente nossas aves, matas, rios, mamíferos, flores, aromas,
horizontes, o brilho do nosso sol, etc., nossas pessoas e cultura,
tem que vir para cá.
 
"Uma abordagem ambiental moderna requer sua análise econômica."
 
Atualmente o mundo pode e quer pagar para mantermos nosso ambiente preservado.
Não é necessário que cobremos imposto ambiental ao mundo
ou que peçamos esmolas para sobrevivermos no atraso e pobreza ou ainda,
que tenhamos apenas uma agricultura primitiva de subsistência que ara a terra à boi.
 
Necessitamos sim, incrementar o conhecimento sobre nosso ambiente
para termos agropecuária moderna
feita pela engenharia mecânica integrada a um ambiente bem manejado biologicamente.
Manter nossas áreas de ambiente natural preservadas,
e nossas cidades com identidade ambiental original e integrada à natureza da região,
para vendermos ao mundo um turismo hígido e seguro, de cultura, esportes, lazer,
e demais atividades compatíveis com uma ambiente natural preservado.
 
Poderemos ainda, de lambuja, pesquisar, elaborar e vender preciosos produtos
a partir das inimagináveis substâncias guardadas nas nossas imperecíveis despensas vivas (nossa biodiversidade),
 estoques que o mundo turístico quer pagar para mantermos.
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Servir de exemplo a outras regiões do mundo
 
O GRANDE BRASIL, por seu imenso tamanho territorial,
detentor de inigualável riqueza em água doce, florestas, patrimônio genético natural (biodiversidade), etc., etc., etc.,
e contentor de uma significativa potencialidade econômica,
tem não somente o direito, mas o dever de ocupar seu espaço,
cumprindo o papel que naturalmente lhe cabe por herança,
e estar à frente das mudanças
que a modernidade social e econômica impõem ao mundo globalizado.
 
É hora do governo governar,
e atento à esta evolução da economia mundial,
facilitar as coisas para a criatividade empreendedora do sugado empresariado brasileiro.
 
O dinamismo e a competitividade
estão no inconsciente coletivo deste povo há muito tempo,
como bem demonstra o velho ditado.
 
"Boi que bebe primeiro, bebe água limpa",
 
 Basta aliviar um pouco o peso dos ombros do sofrido mas destemido empreendedor nacional,
para que este possa descurvar-se e erguer seus olhos às curvas da economia,
e acreditar com mais firmeza nas sua passadas.
 
Com fôlego renovado, o brasileiro certamente mostrará a si próprio e ao mundo,
não somente como jogar futebol, como brincar um carnaval,
como tomar uma cerveja à tardinha numa animada reunião de amigos,
como conviver e apreciar um sincretismo religioso,
mas mostrará também a sua real capacidade econômica,
e talvez ainda, ser belo exemplo à boa parte do mundo,
de como trabalhar e viver alegre, e descontraidamente em paz.
 
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