...ao vento
 
Vale mais do que qualquer coisa,
o nome, a cara, a imagem,
enfim, a aura que compõe um organismo ou uma organização.
 
Se o CEPEN tem uma cara física, esta cara é sua bandeira.
Tal como um filho que herda genes dos pais,
o CEPEN recebeu cores do país donde nasceu.
 
Síntese maior de sua existência. Estampa a que veio.
Retratando a grande lei universal da natureza, a sua tendência ao equilíbrio,
um triângulo de ponta-cabeça, América Neotropical,
inserido no pavilhão verde da vida, palco dos acontecimentos orgânicos.
 
O triângulo de flechas em ação,
busca o equilíbrio colhendo e lançando de e para todos os lados.
 
Este é o momento do CEPEN, seu resumo melhor,
dividido em duas fases:
colher e enviar recursos, colher e disseminar conhecimentos.
 
Elo de ligação entre essências paralelas de impossível dissociação.
Um, Homo sapiens “oeconomicus”, amarelo-ouro das flechas,
provendo, abrigando e abrindo passagem ao outro, o
Homo sapiens “scientificus”, azul das flechas,
cerne frágil e forte, que aponta àquele o caminho a seguir.
 
Um ajudando o outro.
 
Ambos, produtos da espécie ora dominante, animal de talentos brilhantes,
expoentes cerebrais preparados e forjados na evolução à duras penas,
mas transpirando ânimo, graça e garra.
 
Ciente, cientista e cientificador:
corpo animal, cérebro capaz de sonhar, conceber e realizar,
aprender, ensinar e amar.
 
Este, para o CEPEN, é o retrato do Homem,
sem antropocentrismos, a espécie mais fantástica já conhecida.
 
 
Produzir recursos e conhecimento,
e disseminar à todos os ventos.
 
Ciência, Arte e Espírito,
razão e emoção juntas em ação, pela busca dum mundo melhor.
 
Este é O CEPEN.
Assim foi concebido,
assim será mantido ... e ao vento.
 
 
... e aqui vamos nós,
buscando a felicidade no nosso barquinho chamado Terra,
navegando à deriva no espaço cósmico...
 
.                                                              -- Goimbê --
 
 
Local: Santo Antônio do Planalto - RS - Brasil  (amanhecer)  Arquivo: CEPEN / 56 / Marcelo De Negri Xavier