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 China; ambientalistas criticam plano de hidrelétrica
 
Eles lançaram nesta semana uma campanha contra planos de construção de uma hidrelétrica
na Província de Yunnan, no norte do país
 
De acordo com a mídia chinesa,
a região já está sendo preparada para que o rio Jinsha seja desviado para a capital da Província, Kunming,
em um plano proposto para diminuir a falta de água nos centros urbanos regionais.
 
Como o governo federal ainda não aprovou o projeto,
os ambientalistas esperam conter a proposta antes de ser sancionada.
A obra exigiria a relocação de 100 mil pessoas e ameaçaria um dos desfiladeiros mais profundos do mundo.
 
O rio Jinsha passa por uma região rica em biodiversidade,
designada como Patrimônio Mundial da Humanidade pela ONU.
 
Segundo os ambientalistas, essa é uma das últimas áreas intocadas pelo homem na China.
 
Na próxima semana,
os grupos querem discutir a obra em uma conferência internacional sobre hidrelétricas,
que acontece em Pequim patrocinada pela ONU.
 
No começo do ano,
os ambientalistas persuadiram o primeiro-ministro Wen Jiabao
a suspender um projeto de construção de uma represa no sudoeste da China.
 
'Toda a política econômica é pró-desenvolvimento', afirmou Wang Hui, que lidera o protesto.
'A fim de obter o desenvolvimento econômico em alta velocidade,
eles [o governo] não se preocupam com o ambiente.'
 
Políticos de diversas Províncias usam a falta de suprimento de água
para pedir novos sistemas hidrelétricos ao governo federal.
 
Críticos afirmam que as propostas não resolvem o problema em longo prazo e são feitas,
em parte, para enriquecer políticos locais e empresas estatais.
(Folha de SP, 20/10)
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Sob o mar de Florianópolis, riquezas arqueológicas
 
Arqueólogos subaquáticos exploram as águas em torno da ilha em busca de naufrágios dos séculos 16 a 18
 
Alessandro Greco escreve de Florianópolis para 'O Estado de SP':
 
Há alguns anos um grupo de pescadores achou um sino dentro d'água,
perto da Praia dos Naufragados, em Florianópolis.
 
Não sabiam da onde ele vinha,
mas decidiram dividi-lo em pedaços para evitar brigas pela posse da peça.
A história é conhecida em Floripa, mas ninguém a confirma.
 
Certo é que ao menos oito navios afundaram no lado sul da Ilha de Florianópolis
entre o século 16 e o 18, onde fica Naufragados.
 
O local despertou o interesse do advogado Wilson Santos Filho,
que criou o Instituto de Pesquisas Oceanográficas Solís-Caboto (Iposc).
 
Ele obteve a concessão da Marinha para explorar um quadrilátero de 200 quilômetros quadrados,
conhecido em relatos históricos
por abrigar naufrágios como os dos navegadores Juan Dias Solís e Sebastian Caboto.
 
'É preciso ficar claro que não somos caçadores de tesouro.
Esse é um projeto científico e histórico', disse ao Estado,
enquanto esperava a chegada do pesquisador americano Dwight Coleman, do Aquário Místico,
fundado pelo cientista Robert Ballard,
um dos descobridores do Titanic e do Bismarck e mais recentemente de oito navios no Mar Negro.
 
Coleman veio ao Brasil
para conhecer o local e fazer um convênio de cooperação
com o Iposc e a Universidade do Vale do Itajaí (Univali)
- também para conceder duas palestras.
 
'Conheço as águas brasileiras,
mas é a primeira vez que terei um tempo em terra firme', comentou ele,
chacoalhando no barco em direção à área de concessão do Iposc.
 
A primeira etapa do projeto, que deve durar seis meses,
fará uma varredura do fundo do mar para identificar as melhores áreas de estudo.
 
'As peças podem também estar enterradas na areia.
O lado bom é que podem estar inteiras;
o ruim é que se torna mais difícil achá-las', explicou Coleman.
Para Santos Filho, é como andar numa sala escura.
'Você vai tateando até achar a saída.'
 
O mapeamento, que inclui visualizar o que está enterrado na areia,
deve começar em novembro, se as condições do mar permitirem.
Mas ainda é preciso bastante dinheiro para finalizar essa fase.
 
'A pesquisa e a identificação devem custar em torno de R$ 3 milhões', afirma Santos Filho.
'É dinheiro ainda a ser captado.'
 
Relevo alterado
 
A possibilidade de haver naufrágios sob a areia, já em terra firme, também existe.
'A rota feita pelos navios mudou por causa das alterações no relevo da região', afirma Jarbas Bonetti,
coordenador do Laboratório de Oceanografia Costeira,
da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc),
perdendo o equilíbrio no barco da expedição.
 
'Está muito tranqüilo hoje.
As ondas podem chegar a 4 metros', comenta o mergulhador Alexandre Viana,
aproveitando para explicar que a correnteza chega a 14 km/h.
 
O laboratório de Bonetti
participa do único projeto de resgate subaquático em andamento aprovado pela Marinha,
na Praia dos Ingleses, em Florianópolis.
Iniciado em março,
com um financiamento de R$ 1,2 milhão da Fundação de C&T de Santa Catarina (Funcitec),
o projeto é administrado pela ONG Projeto de Arqueologia Subaquática (PAS).
 
'A idéia é criar um museu com as peças', diz Viana,
que descobriu o sítio arqueológico há 15 anos e é também um dos diretores do PAS.
 
Durante 12 anos, ele não contou a ninguém sobre seu achado,
preocupado que o sítio pudesse ser saqueado.
Em pouco mais de oito meses, a equipe do PAS já resgatou mais de 500 artefatos
- 90% ainda estão sendo dessalinizados e uma pequena parte está exposta na base do projeto.
 
O trabalho rendeu na semana passada seu primeiro artigo científico,
apresentado no 1.º Congresso Nacional de Oceanografia por Mauricio Marino,
mestrando da Ufsc sobre a morfologia do fundo marinho.
 
Ele espera que o trabalho ajude a nortear a prospecção de novos sítios arqueológicos na região.
 
Os garimpeiros de tesouros submersos
 
Alexandre Viana, de 33 anos, está hoje mergulhando no Chile.
É um dos representantes do Brasil no Campeonato Mundial de Pesca Submarina,
mas suas habilidades aquáticas ficaram mais conhecidas
quando ele descobriu cinco vasos de cerâmica de origem desconhecida enterrados na areia
a poucos metros da Praia dos Ingleses, em 1989.
 
'Com certeza, muitas pessoas tinham pisado no local,
mas ninguém percebeu que estava em cima de um sítio arqueológico.
Achei por acaso, estava fazendo pesca submarina', conta ele.
 
O arqueólogo da Marinha Luiz Octávio Castro Cunha identificou os 'vasos', em 2001,
como botijas peruleiras, possivelmente fabricadas em Sevilha, na Espanha,
e usadas na navegação entre os séculos 16 e 18.
 
Viana guardou segredo da descoberta até 2001.
'Ouvia falar de naufrágios sendo saqueados e não queria que isso acontecesse lá', conta ele.
 
Com o início do resgate de outros artefatos, em 2004,
hoje é possível visitar o pequeno centro de visitantes
com os vasos, um punhal e outras peças resgatadas do galeão.
 
Boa parte deles foi resgatada por Viana, arquiteto de formação,
mas que nunca exerceu a profissão.
Seu único projeto arquitetônico em terra firme foi a base do PAS, feita com 8 contêineres navais.
 
O próximo passo agora é conseguir patrocínio para pesquisar cinco locais já preestabelecidos.
Um deles é um submarino alemão, afundado durante a 2º Guerra Mundial ao largo da costa.
Falta somente o dinheiro para ir lá e fazer a pesquisa.
(O Estado de SP, 20/10)
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 CNPq assina convênio com agência de fomento alemã
 
Objetivo: formar recursos humanos em todas as áreas do conhecimento nas modalidades doutorado,
doutorado sanduíche e pós-doutorado
 
O convênio foi assinado nesta quinta-feira (15/07) pelo presidente do Deutscher Akademischer Austauschdienst (DAAD),
Theodor Berchem, e o presidente do CNPq, Erney Camargo.
 
Para a área médica haverá a modalidade especialização.
O convênio prevê também, a inclusão de outros aspectos gerais como as cláusulas relativa são
uso da biodiversidade e da propriedade intelectual.
 
Aos candidatos selecionados serão concedidas bolsas pelo CNPq, pelo DAAD e pela Capes.
 
Além disso, no que se refere aos recursos, cabe ao DAAD, após a aprovação da bolsa,
o financiamento de curso de idioma alemão por períodos de 2 a 6 meses,
além de moradia, de seguro saúde e de mensalidades durante a realização do curso na Alemanha.
 
Destaca-se a longa experiência e a importante participação do CNPq nessa cooperação
bem como os resultados positivos que vêm sendo obtidos ao longo destes anos,
que podem ser constatados a partir das avaliações periódicas e do índice de aproveitamento dos bolsistas.
 
Em decorrência da participação do CNPq nesse processo nos últimos 13 anos,
por meio da Assessoria de Cooperação Internacional (ASCIN),
um total de 149 bolsistas foram apoiados para formação na Alemanha,
incluindo-se aí os selecionados este ano.
 
Na ocasião de sua visita ao Brasil,
o Prof. Berchem apresentou a nova Diretora do Escritório Regional do DAAD no Brasil,
a Dra. Gabriele Althoff, que sucederá o Dr. Friedhelm Schwamborn,
que esteve à frente doescritório brasileiro até então.
 
O presidente do CNPq ressaltou a importância da atuação do Dr. Schwamborn
e o sucesso da  parceria durante os anos da cooperação mantida entre as duas Agências.
(Assessoria de Imprensa do CNPq)
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 Gás carbônico já entope 'ralo' dos oceanos
 
Pesquisa calcula que mares atingiram um terço da sua capacidade de absorver o principal vilão do efeito estufa
 
Claudio Ângelo escreve para a 'Folha de SP':
 
À primeira vista, parece uma boa notícia:
quase metade do gás carbônico emitido por atividades humanas desde o início da era industrial vai parar nos oceanos.
 
Acontece que esse 'ralo' está começando a entupir,
com conseqüências potencialmente desastrosas para o planeta num futuro não tão distante.
 
Um estudo publicado hoje na revista científica norte-americana 'Science' (http://www.sciencemag.org)
afirma que 118 bilhões de toneladas de carbono provenientes da queima de combustíveis fósseis (como o petróleo)
e da fabricação de cimento no período de 1800 a 1994 foram parar nos oceanos.
 
Os autores da pesquisa estimam que esse volume corresponda a um terço da capacidade oceânica de estocar o gás,
maior responsável pelo efeito estufa.
 
Como tudo que diz respeito ao clima do planeta,
as conseqüências dessa saturação dos mares são complexas e pouco compreendidas.
O oceano tem uma capacidade enorme de processar resíduos.
 
Portanto, a longo prazo -alguns milhares de anos-,
o gás carbônico em excesso teoricamente acabaria no fundo do mar, misturado aos sedimentos.
 
Só que, antes de melhorar, a situação deve piorar.
Na escala de tempo de décadas a séculos, que é a que interessa à humanidade no momento,
os mares deverão passar de sorvedouro a fonte adicional de gás carbônico (CO2),
agravando o aquecimento da Terra.
 
Se isso acontecer, escrevem os autores,
'as estratégias socioeconômicas necessárias para estabilizar o CO2 no futuro terão de ser muito mais austeras'.
 
E não é só isso: um segundo estudo na mesma edição da 'Science' afirma
que o excesso de carbono está tornando os oceanos mais ácidos e,
por meio de uma série de reações,
eliminando o cálcio disponível para formar os esqueletos calcários de animais marinhos como corais e plâncton.
 
Ambos os efeitos são desastrosos para a cadeia alimentar marinha.
 
Paulada
 
'A avaliação que eles fazem é preocupante',
disse à Folha o climatologista Carlos Nobre, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
 
'Estamos saturando de gás carbônico a camada superior do oceano e, até o fim deste século,
o sumidouro oceânico vai perder a efetividade.
Os céticos do aquecimento global não vão dormir tranqüilos amanhã [hoje].'
 
Nobre diz que os estudos são uma 'paulada' na cabeça de gente como o presidente dos EUA, George W. Bush,
que rejeitou o Protocolo de Kyoto (acordo internacional para a redução dos gases que causam o efeito estufa)
argumentando, entre outras coisas,
que a incerteza científica sobre o assunto não justifica medidas econômica e eleitoralmente custosas,
como a redução do consumo de petróleo e carvão.
 
A Associação Americana para o Avanço da Ciência, que publica a 'Science',
também percebeu a importância dos resultados, ainda mais em ano eleitoral.
 
Convocou ontem em Washington uma de suas pouco usuais entrevistas coletivas,
com os líderes dos dois estudos, Chris Sabine e Richard Feely,
ambos da Noaa (agência de oceanos e atmosfera dos EUA).
 
Os dados analisados por Sabine e sua equipe
vêm de um dos maiores experimentos oceanográficos já realizados:
o Woce (Experimento Mundial de Circulação Oceânica),
que realizou 95 cruzeiros ao redor do mundo
e coletou mais de 72 mil amostras de água do mar entre 1989 e 1998.
 
Os cientistas se aproveitaram do fato de que o chamado carbono inorgânico, produzido por queima,
deixa uma 'assinatura' química diferente da do carbono proveniente de fotossíntese.
 
Assim, eles conseguiram flagrar nas amostras d'água
tudo o que possivelmente veio de atividades humanas e foi parar no mar.
 
A concentração de CO2 na atmosfera passou de
280 partes por milhão em 1800 para 380 partes por milhão atualmente.
 
Mas esse aumento só explica metade do gás carbônico emitido pela humanidade nesse período.
Agora os pesquisadores entendem o que aconteceu com a outra metade.
 
A projeção do IPCC,
o painel de cientistas constituído pela ONU para avaliar o conhecimento existente sobre o assunto,
é que, se a humanidade começar a controlar suas emissões,
a concentração de CO2 na atmosfera vai se estabilizar em 450 partes por milhão em 2100,
causando um aquecimento mínimo de 1,4C.
(Folha de de SP, 16/7)
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Amazônia vira vilã das mudanças climáticas
 
Queimadas na região colocam o Brasil entre os maiores emissores de CO2 do planeta, demonstra estudo
 
Roberta Jansen e Rodrigo Rangel escrevem para 'O Globo':
 
De pulmão do mundo a uma vilã do aquecimento global.
As crescentes queimadas na Floresta Amazônica
estão colocando o Brasil entre os dez maiores emissores de dióxido de carbono (CO2) do planeta,
ao lado de grandes poluidores como EUA, China, Rússia e Japão, entre outros.
 
O C02 é um dos maiores responsáveis pela elevação da temperatura global.
 
Um novo estudo do grupo formado por cientistas da Universidade de Brasília (UnB),
Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)
e Universidade de Washington para avaliar as conseqüências das queimadas na Amazônia
revela um dado preocupante:
os incêndios lançam, anualmente, 0,2 bilhão de toneladas de carbono na atmosfera.
 
Somando-se esse valor ao de CO2 emitido na queima de combustível fóssil,
chega-se a um total de 0,55 bilhão de toneladas.
 
O governo brasileiro trabalha na conclusão do Inventário Brasileiro de Emissões de Gases do Efeito Estufa,
mas não adianta seus números.
Uma parte importante do documento é destinada a avaliar o impacto das queimadas na emissão de CO2.
 
- O Brasil está certamente entre os dez maiores emissores do planeta em razão do desmatamento
- garante o meteorologista Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais,
um dos revisores do inventário.
 
- Comparativamente, o volume de emissões é muito menor do que o dos principais países,
mas merece ser debatido, principalmente porque não está levando a um desenvolvimento econômico e social.
 
De acordo com dados da Administração de Informação de Energia dos EUA
referentes à queima de combustível fóssil, os EUA
emitem anualmente 5,75 bilhões e o Japão 1,2 bilhões.
 
Mas o volume das emissões brasileiras já supera o de diversos países industrializados,
como Canadá (0,48 bilhão) e Itália (0,45 bilhão).
 
- Os grandes vilões das emissões de CO2 sempre foram os países industrializados entre outras coisas
porque normalmente utilizamos dados das indústrias
- constata Carlos Alberto Gurgel, professor do Departamento de Engenharia Mecânica da UnB
e um dos autores do novo estudo.
 
- Mas o que começamos a verificar é que, com a queima de milhares de hectares da Amazônia por ano,
o Brasil está emitindo uma quantidade estupidamente alta de CO2.
 
O estudo, destinado a medir a quantidade de monóxido e dióxido de carbono liberados nas queimadas,
concluiu que cada hectare (10 mil metros quadrados) destruído
responde pelo lançamento de 69 toneladas de gases, sobretudo C02.
 
- O problema é que na Amazônia os incêndios chegam a atingir 50 alqueires (mais de um milhão de metros) - diz Gurgel. - Num caso desse, uma única queimada pode produzir mais de oito mil toneladas de CO2 por dia.
 
Desmatamento responde por 3% das emissões, diz governo
 
O secretário-executivo da comissão interministerial
incumbida de preparar o inventário sobre a emissão de gases no Brasil, João Domingos Miguez,
garantiu ontem que os gases gerados pelo desmatamento das florestas no país
não passam de 3% do total mundial de emissões.
 
Ele, no entanto, se recusou a revelar os dados do inventário.
 
O relatório já está pronto, mas sua divulgação vem sendo estudada com cautela pelo governo,
devido à grande repercussão internacional do tema.
A divulgação estaria sendo protelada desde o governo anterior.
 
O cálculo segue padrões internacionais estabelecidos pela ONU
para determinar os volumes absolutos de emissões e é considerado superestimado por Miguez.
 
O secretário observa que os cálculos são processados como se toda área desmatada tivesse produzido gás,
o que não ocorre na maioria das vezes porque, segundo ele,
na maior parte das derrubadas não há queima de madeira.
 
- Mesmo com essa estimativa, o Brasil está longe de ser um dos maiores poluidores,
está distante dos números dos Estados Unidos e da China, por exemplo.
Duzentos milhões de toneladas de carbono não são nada
se comparados aos 7 bilhões produzidos no mundo por ano - disse o secretário,
que também coordena a área do Ministério da Ciência e Tecnologia destinada à mudanças do clima.
(O Globo, 16/7)
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