"Frágil Humanidade"
Dianez Barreto
Aquarela (33 x 50)
Acervo CEPEN
 
 A sensibilidade de Dianez Barreto às questões vitais, nos traz nesta obra
o emparelhar de instintos básico à que somos servidos em comum com outras espécies,
as peles de onças, topos de cadeia alimentar, berços que a humanidade escalpa em sua ação direta ou não;
o aconchego carinhoso das aves numa comunhão dos gametas da vida;
e a sapiente natureza personificada na coruja, que de seu alto a tudo observa.
 
A luz solar penetra neste ambiente filtrada por renda de peles.  Sombras maculadas permeiam os espaços,
e nos dão a perceber que o castelo humano pode não ter a solidez da pedra.